Conectar organizações de capoeira em torno de uma plataforma de cultura, educação e empreendedorismo colaborativo.

Ser referência global do ecossistema capoeira — da mandinga ao mercado criativo.

Identidade que evoca pertencimento e solidariedade. Abertura à inovação.

Apresentação do Projeto de Lei Moa do Katendê

1º Festival de Capoeira Ancestralidade e Resistência: início da articulação da criação do Hub Njila Conexões.

Regulamentação da Lei Moa do Katendê (Lei nº 14.341/2021).

Inauguração do Hub Njila Conexões.

A NJILA surgiu da percepção de que a capoeira, apesar de toda a sua força cultural, seguia fragmentada. Grupos de excelência trabalhando de forma isolada, com poucos canais de colaboração, sem estrutura para ampliar seu alcance ou acessar recursos. A ideia de um hub não era nova, mas a disposição de construí-lo com seriedade, sim.

Nos primeiros anos, o trabalho foi sobretudo de escuta. Visitas a mestres, conversas com lideranças regionais, mapeamento do que existia e do que faltava. Esse processo moldou a forma como a NJILA entende seu papel: não como uma entidade que chega com respostas prontas, mas como uma estrutura que se organiza em torno das necessidades reais das organizações parceiras e empreendimentos da capoeira.

Hoje a rede reúne grupos com trajetórias distintas, estilos diferentes e bases espalhadas pelo país. O que os une não é uma identidade uniforme, mas um compromisso comum com a capoeira como patrimônio vivo: cultural, educativo e econômico. A diversidade dentro da rede é, na prática, um dos seus pontos mais fortes.

À frente dessa estrutura estão pessoas com vínculo real com a capoeira e comprometidas com a nossa cultura afro-brasileira: capoeiristas, educadores e articuladores que entendem o que está em jogo.